A pobreza do trabalho e o "trabalho" da pobreza
"Por mais que prepondere um discurso político, académico e mediático que,
assente em argumentos essencialmente mercantis e financeiros(istas),
relativiza os referenciais mínimos da dignidade das pessoas, como tal e
como trabalhadores, não é humana e socialmente admissível que alguém,
para não correr o risco da miséria e da indignidade na sua vida pessoal e
familiar, tenha que, no trabalho, a “ganhar a vida”, se sujeitar à
miséria da indignidade (de ser “humilhado”, de lhe “fazerem a vida
negra”) e, até, ao risco de perder a vida. Ou, pelo menos, pela
degradação da saúde e das condições de “paz”, de dignidade, de sustento
(pessoal e familiar), ao risco de ir perdendo vida" (João Fraga de Oliveira, in Público on-line)
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